Fui vacinado. Estou protegido para voltar à sala de aula?

Gestão Escolar

Fui vacinado. Estou protegido para voltar à sala de aula? Com a vacinação de professores em andamento, muitos profissionais se perguntam: estarei realmente protegido após tomar a vacina?

Confira a seguir 5 perguntas e tire as suas dúvidas sobre o que as vacinas podem ou não fazer na proteção contra o coronavírus.

Posso dar aula como antigamente, sem máscara?

Mesmo tendo recebido as duas doses da vacina, é recomendável que os protocolos de segurança sejam mantidos pelas escolas. Isso inclui o uso de máscaras e equipamentos de proteção durante a permanência em sala de aula. O motivo é simples: embora parte dos professores já tenha sido imunizada, uma parcela grande continua a espera da vacina. Da mesma forma, não há previsão para vacinação das crianças.

Já tomei as duas doses. Posso ficar doente?

Nenhuma das vacinas a disposição atualmente tem 100% de eficiência. O que significa que mesmo as pessoas imunizadas podem contrair o coronavírus e manifestar a doença. É esperado, porém, que ao acometer pessoas vacinadas, a doença se manifeste na forma mais branda.

Posso infectar alguém depois de tomar a vacina?

Sim, todas as pessoas imunizadas continuam sendo transmissoras do vírus. Não em função da vacina, em si, mas pelo fato de poderem contrair o coronavírus de forma assintomática, uma vez que já estão imunizadas. Daí a importância de manter os protocolos de segurança nas escolas.

Posso contrair covid-19 por ter tomado a vacina?

Essa hipótese está completamente descartada pelos cientistas. Nenhuma das vacinas disponíveis no mercado tem a capacidade de causar a doença no paciente. Portanto, a vacina é totalmente segura e a melhor maneira de proteger contra a covid-19.

As vacinas são eficientes contra as mutações?

Estudos estão sendo realizados pelos cientistas em várias partes do mundo, mas ainda são preliminares. A princípio, as vacinas protegem também contras as variantes do coronavírus, embora em alguns casos, os cientistas tenham identificado uma queda de eficiência, especialmente contra um dos tipos de mutação, que torna o vírus mais infeccioso. Nenhuma das mutações do SARS-COV-2, até o momento, foi declarada resistente às vacinas disponíveis.

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